O que a cidade tem para nos falar? 

Em suas duas versões, participantes caminharam acompanhando narrativas que misturam audiodescrição, trechos de obras literárias, depoimentos e histórias dos lugares que percorreram, em arquivos disponibilizados em MP3.

Em 2015, o cenário da atividade foi o Vale do Anhangabaú, pela intersecção de marcas históricas e geográficas reinventadas ao longo do tempo, e uma atualidade que permanece no atravessamento diário de centenas de pessoas. Partindo do topo do Edifício Martinelli, propusemos a participantes uma experiência pelas diferentes camadas que se sobrepõem naquele local, percorrendo em deriva também a grande praça no vale, e terminando no turbulento túnel, onde o atual passar ininterrupto dos carros desperta a memória das águas do rio Anhangabaú.

O que a cidade tem para nos falar? 

Em suas duas versões, participantes                  caminharam acompanhando narrativas que misturam audiodescrição, trechos de obras literárias, depoimentos e histórias dos lugares que percorreram, em arquivos disponibilizados
em MP3.

Em 2015, o cenário da atividade foi o Vale do Anhangabaú, pela intersecção de marcas históricas e geográficas reinventadas ao longo
do tempo, e uma atualidade que permanece no atravessamento diário de centenas de pessoas. Partindo do topo do Edifício Martinelli, propusemos a participantes uma experiência pelas diferentes camadas que se sobrepõem naquele local, percorrendo em deriva também a grande praça no vale, e terminando no turbulento túnel, onde o atual passar ininterrupto dos carros desperta a memória das águas do rio Anhangabaú.

O que a cidade tem para nos falar? 

Em suas duas versões, participantes caminharam acompanhando narrativas que misturam audiodescrição, trechos de obras literárias, depoimentos e histórias dos lugares que percorreram, em arquivos disponibilizados em MP3.

Em 2015, o cenário da atividade foi o Vale do Anhangabaú, pela intersecção de marcas históricas e geográficas reinventadas ao longo do tempo, e uma atualidade que permanece no atravessamento diário de centenas de pessoas. Partindo do topo do Edifício Martinelli, propusemos a participantes uma experiência pelas diferentes camadas que se sobrepõem naquele local, percorrendo em deriva também a grande praça no vale, e terminando no turbulento túnel, onde o atual passar ininterrupto dos carros desperta a memória das águas do rio Anhangabaú.

No segundo ano, 2016, estivemos na Rua Treze de Maio, no Bixiga, para explorar as camadas de memórias do local, presentes nas heranças dos grupos sociais diversos que ocupam o bairro desde o Quilombo Saracura.

Ouvimos as construções, ocupações dos espaços, atividades culturais e religiosas que se conectam em uma das regiões mais ricas de histórias na cidade.

No segundo ano, 2016, estivemos na Rua Treze    de Maio, no Bixiga, para explorar as camadas de memórias do local, presentes nas heranças dos grupos sociais diversos que ocupam o bairro desde o Quilombo Saracura.

Ouvimos as construções, ocupações dos espaços, atividades culturais e religiosas que      se conectam em uma das regiões mais ricas de histórias na cidade.

No segundo ano, 2016, estivemos na Rua Treze de Maio, no Bixiga, para explorar as camadas de memórias do local, presentes nas heranças dos grupos sociais diversos que ocupam o bairro desde o Quilombo Saracura. Ouvimos as construções, ocupações dos espaços, atividades culturais e religiosas que se conectam em uma das regiões mais ricas de histórias na cidade.

Para este projeto, contamos com a participação e o apoio de várias instituições com uma vasta experiência de trabalho com pessoas cegas ou com baixa visão, tanto em formações quanto durante as atividades.

Esses encontros proporcionaram diálogos sensíveis que alertaram para a necessidade cada vez mais urgente de uma cidade inclusiva e acessível.

Para este projeto, contamos com a participação  e o apoio de várias instituições com uma vasta experiência de trabalho com pessoas cegas ou com baixa visão, tanto em formações quanto durante as atividades.

Esses encontros proporcionaram diálogos sensíveis que alertaram para a necessidade    cada vez mais urgente de uma cidade inclusiva    e acessível.

Para este projeto, contamos com a participação e o apoio de várias instituições com uma vasta experiência de trabalho com pessoas cegas ou com baixa visão, tanto em formações quanto durante as atividades. Esses encontros proporcionaram diálogos sensíveis que alertaram para a necessidade cada vez mais urgente de uma cidade inclusiva e acessível.

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