A exploração é a base da narrativa criada para despertar o olhar,
o interesse e a empolgação das crianças diante do desafio de sair, conhecer e registrar o ambiente do entorno da escola. O intuito
é transformar o próprio espaço cotidiano, tantas vezes banal,
na base para a descoberta: a partir de saídas a pé pelo bairro, caminhadas e conteúdos pedagógicos se alimentam mutuamente enquanto possibilitam a construção de territórios mais acolhedores, lúdicos e seguros para todos e todas. O projeto surgiu da parceria com o Instituto Tomie Ohtake em 2015, no âmbito do Prêmio de Arquitetura Instituto Tomie Ohtake AkzoNobel, a fim de tornar o território da cidade acessível a todas as idades a partir
da caminhada. Desde então, o projeto segue sendo realizado autonomamente pelo apē junto com escolas públicas de diversos territórios de São Paulo.
A exploração é a base da narrativa criada para despertar o olhar,o interesse e a empolgação das crianças diante do desafio de sair, conhecer e registrar o ambiente do entorno da escola.
O intuito é transformar o próprio espaço cotidiano, tantas vezes banal, na base para a descoberta: a partir de saídas a pé pelo bairro, caminhadas e conteúdos pedagógicos se alimentam mutuamente enquanto possibilitam
a construção de territórios mais acolhedores, lúdicos e seguros para todos e todas.
O projeto surgiu da parceria com o Instituto Tomie Ohtake em 2015, no âmbito do Prêmio de Arquitetura Instituto Tomie Ohtake AkzoNobel, a fim de tornar o território da cidade acessível a todas as idades a partir da caminhada. Desde então, o projeto segue sendo realizado autonomamente pelo apē junto com escolas públicas de diversos territórios de São Paulo.
A exploração é a base da narrativa criada para despertar o olhar,o interesse e a empolgação das crianças diante do desafio de sair, conhecer e registrar o ambiente do entorno da escola.  O intuito é transformar o próprio espaço cotidiano, tantas vezes banal, na base para a descoberta: a partir de saídas a pé pelo bairro, caminhadas e conteúdos pedagógicos se alimentam mutuamente enquanto possibilitam a construção de territórios mais acolhedores, lúdicos e seguros para todos e todas. O projeto surgiu da parceria com o Instituto Tomie Ohtake em 2015, no âmbito do Prêmio de Arquitetura Instituto Tomie Ohtake AkzoNobel, a fim de tornar o território da cidade acessível a todas as idades a partir da caminhada. Desde então, o projeto segue sendo realizado autonomamente pelo apē junto com escolas públicas de diversos territórios de São Paulo.

A proposta organiza-se e reorganiza-se em cada escola, de acordo com os respectivos projetos político-pedagógicos, para que seja sempre construída em conjunto entre apē, professores, mães, pais, adultos e crianças. Através de conversas, mapeamento, planejamento das saídas e estruturação de um plano escolar no território, a comunidade escolar apropria-se cada vez mais de    seu território. Formular o projeto com toda a comunidade escolar  é a melhor maneira para que a cidade, as saídas e as descobertas se tornem parte da rotina, mesmo após a realização do projeto. Assimilar o ambiente urbano como lugar também de aprendizado  é essencial para o desenvolvimento de cidadãos e cidadãs dispostos a conquistar o espaço público e usufruí-lo ao longo      de seu crescimento. 

Tendo já sido realizado com mais de 600 crianças ao longo dos anos, o projeto Exploradores da Rua desdobrou-se também em diversas formações de educadores e outros profissionais, ampliando o acesso de cada vez mais escolas e bairros e promovendo a sua apropriação em diferentes contextos    espaciais e socio culturais.

O projeto foi apresentado como experiência inspiradora no XIV Congresso Internacional de Cidades Educadoras – AICE.

A proposta organiza-se e reorganiza-se em cada escola, de acordo com os respectivos projetos político-pedagógicos, para que seja sempre construída em conjunto entre apē, professores, mães, pais, adultos e crianças. Através de conversas, mapeamento, planejamento das saídas e estruturação de um plano escolar no território, a comunidade escolar apropria-se cada vez mais de seu território. Formular o projeto com toda a comunidade escolar é a melhor maneira para que a cidade, as saídas e as descobertas se tornem parte da rotina, mesmo após a realização do projeto. Assimilar o ambiente urbano como lugar também de aprendizado é essencial para o desenvolvimento de cidadãos e cidadãs dispostos a conquistar o espaço público e usufruí-lo ao longo de seu crescimento. 

Tendo já sido realizado com mais de 600 crianças ao longo dos anos, o projeto Exploradores da Rua desdobrou-se também em diversas formações de educadores e outros profissionais, ampliando o acesso de cada vez mais escolas e bairros e promovendo a sua apropriação em diferentes contextos espaciais e socio culturais.

O projeto foi apresentado como experiência inspiradora no XIV Congresso Internacional de Cidades Educadoras – AICE.

A proposta organiza-se e reorganiza-se em cada escola, de acordo com os respectivos projetos político-pedagógicos, para que seja sempre construída em conjunto entre apē, professores, mães, pais, adultos e crianças. Através de conversas, mapeamento, planejamento das saídas e estruturação de um plano escolar no território, a comunidade escolar apropria-se cada vez mais de seu território. Formular o projeto com toda a comunidade escolar é a melhor maneira para que a cidade, as saídas e as descobertas se tornem parte da rotina, mesmo após a realização do projeto. Assimilar o ambiente urbano como lugar também de aprendizado é essencial para o desenvolvimento de cidadãos e cidadãs dispostos a conquistar o espaço público e usufruí-lo ao longo de seu crescimento. 

Tendo já sido realizado com mais de 600 crianças ao longo dos anos, o projeto Exploradores da Rua desdobrou-se também em diversas formações de educadores e outros profissionais, ampliando o acesso de cada vez mais escolas e bairros e promovendo a sua apropriação em diferentes contextos espaciais e socio culturais.

O projeto foi apresentado como experiência inspiradora no XIV Congresso Internacional de Cidades Educadoras – AICE.

Ano:
2015 a 2016

Local:
Diversos bairros
São Paulo – SP

PARCEIROS:
Instituto Tomie Ohtake 
EE Brasílio Machado (2015)
EMEI Armando Arruda (2015)
EMEI Antonio Figueiredo (2015
– 2016)
EMEI Alberto Oliveira (2016)

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